Integrantes do Cartel de Santa Rosa de Lima transformaram a cidade de Celaya em palco de uma punição exemplar contra um suposto ladrão.
A sentença foi executada com método e frieza. Primeiro, a mutilação deliberada, pública o suficiente para ecoar nos becos e nas redes sociais. Depois, um disparo final.
A tradução do vídeo é a seguinte:
Sicario: Qual é o seu nome?
Prisioneiro: Uriel Ismael Garcia.
Sicario: De onde você é?
Prisioneiro: Celaya, Guanajuato. Moro na Prolongación Mexicali, no bairro de Santa Rita.
Sicario: Por que você está aqui?
Prisioneiro: Porque eu estava assaltando as lojas de conveniência OXXO, invadindo casas e roubando motocicletas.
Sicario: Onde exatamente você estava roubando?
Prisioneiro: Eu estava cumprindo minhas ordens nos bairros Los Olivos, Villas de La Esperanza, Gobernadores e Emiliano Zapata.
Sicario: Quem mais estava com você nessa situação?
Prisioneiro: Maldito e Johnny.
Sicario: Há algo que você gostaria que os cidadãos de Celaya e das áreas vizinhas soubessem?
Prisioneiro: Não se dê ao trabalho de fazer o que eu estava fazendo, porque este será o seu destino.
Sicario: É isto que vai acontecer a vocês, seus filhos da puta, que estão chamando a atenção da polícia para esta área. Nossa mensagem se aplica a mulheres, estudantes e ao resto da população.
Outro suposto ladrão é empurrado para fora deste mundo. Os mesmos executores apareceram novamente. Não mudam o método. Não mudam a coreografia. Mudam apenas o pano de fundo, como se alternassem cenários de um teatro macabro itinerante.
O executor armado com facão — possivelmente o mesmo das imagens anteriores — demonstra a mesma postura segura, o mesmo domínio corporal, a mesma ausência de hesitação. A lâmina não é apenas instrumento; é símbolo. Representa disciplina interna, punição exemplar e a institucionalização do medo como ferramenta administrativa.
A tradução do vídeo é a seguinte:
Sicario: Qual é o seu nome?
Prisioneiro: Luis Bautista Corona.
Sicario: De onde você é?
Prisioneiro: Celaya, Guanajuato. Moro na Calle Tetecala, número 55, no bairro Tierra y Libertad, adjacente à comunidade de Emiliano Zapata.
Sicario: Por que você está aqui hoje?
Prisioneiro: Porque eu roubava nas lojas de conveniência OXXO, no Walmart, na Bodega Aurrerá, nas Tiendas 3B e em motocicletas.
Sicario: Quem mais estava com você nessa situação?
Prisioneiro: Pullo e Fernando, do bairro Emiliano Zapata.
Sicario: Que conselho você daria aos cidadãos de Celaya e arredores?
Prisioneiro: Toda pessoa honesta deve se amar e se valorizar. Aja de acordo e não cometa os mesmos erros que eu. Caso contrário, esta será a consequência que você terá que pagar. Isto não é um jogo.
Sicario: É isso que vai acontecer com vocês, seus filhos da puta, que andam por aí roubando, chamando a atenção da polícia para esta área ou assaltando mulheres e estudantes. Por todos os cidadãos de Celaya e arredores. Estamos aqui para apoiar os moradores, não para prejudicá-los. Qualquer um que estiver roubando ou extorquindo alguém vai pagar dessa forma.






Sinistraço !
Podia fazer isto tb com estupradores,pedofilos,vermes que abusa de cadáveres e maltrata e abusa de Animais,seria uma punição perfeita
também podia fazer isto para traficantes, ladrões de galiha, latrocidas, sequestradores, assaltantes de banco, sonegadores de impostos etc…
Eles geralmente fazem isso com qualquer um, exceto se for os deles, é igual facção, nos dois tem estuprador, pedófilo mas afinal de contas são todos vagabundos que matam sem serem punidos.