Em Yangzhou, na província chinesa de Jiangsu, um caminhoneiro de 40 anos decidiu que suspeita é prova, ciúme é argumento e gasolina é solução. Convencido de que estava sendo traído, passou a seguir a própria esposa até flagrá-la dentro de um carro, na Rua Shuangtang, com o suposto amante — um entregador.
O que poderia terminar em divórcio, terapia ou, no mínimo, um escândalo doméstico, virou espetáculo de barbárie. Segundo registros em vídeo, o marido abriu o porta-malas, pegou um borrifador de gasolina e, como se estivesse lavando o carro e não destruindo vidas, despejou o combustível sobre o homem antes de atear fogo ali mesmo, em plena rua.
A vítima ainda teria se ajoelhado e implorado por misericórdia — um detalhe que escancara o tamanho da covardia —, mas não houve espaço para clemência no roteiro inflamado do justiceiro improvisado. O resultado foi um corpo carbonizado e mais um episódio em que o machismo ferido resolveu se fantasiar de honra, quando na prática não passou de crime brutal registrado em alta definição.







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