Três jovens foram decaptados em Parnamirim, na Região Metropolitana de Natal, em mais um episódio da guerra sem trégua travada por facções criminosas que disputam palmo a palmo o território urbano.
Como se não bastasse o banho de sangue, o caso virou palco de uma disputa de narrativas entre o Comando Vermelho do Rio Grande do Norte (CV-RN) e o Sindicato do Crime (SDC-RN). Em comunicados espalhados pelas redes sociais — o tribunal informal das facções —, cada grupo tenta empurrar a culpa para o outro, enquanto a população assiste, refém.
As vítimas, ainda sem identificação oficial divulgada pela polícia, foram mortas em área urbana de Parnamirim.
O CV-RN sustenta que os jovens foram mortos simplesmente por morarem em área sob seu domínio. Segundo a facção, o ataque teria sido cometido pelo SDC como estratégia de terror, para espalhar medo e fragilizar o controle — pouco importando se as vítimas tinham ou não qualquer envolvimento com o mundo do crime.
Já o SDC responde com a versão oposta: afirma que os jovens seriam integrantes ou aliados do CV-RN e que a execução teria sido uma suposta “ação defensiva”, típica justificativa usada para maquiar homicídios em disputas territoriais. Defesa, neste caso, traduz-se em tiros e mortes.
A Polícia Civil do Rio Grande do Norte, por meio da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), trata o caso como triplo homicídio qualificado, com indícios de envolvimento de organização criminosa e motivação torpe. Peritos trabalham na cena do crime, enquanto investigadores analisam imagens de câmeras, rastros digitais e depoimentos para tentar identificar autores e mandantes.
Parnamirim, assim como outras cidades da Grande Natal, tem sido palco frequente da escalada violenta entre o CV-RN — braço local do Comando Vermelho — e o SDC-RN, facção que disputa hegemonia no estado. Execuções sumárias, “tribunais do crime” e ameaças públicas viraram rotina, transformando bairros inteiros em zonas de conflito.
Até o momento, ninguém foi preso pelo triplo homicídio. A polícia reforça que investigações envolvendo facções seguem sob sigilo e pede colaboração da população por meio de denúncias anônimas, pelo Disque Denúncia 181.







Cadê os “brabões” da Tropa do Urso? Saem do RJ pra perder a cabeça, ou os torcedores que levantam bandeirinha vermelha. Acaba nisso aí.
podia pegar essas fotos e estampar nas redes sociais e no youtube, pra passar na cara desses “jovis” que acha que o crime é brincadeira e fica tirando uma com a policia
Pela cara dos infelizes não mereciam mais que isso, escórias são escória uma hora ou outra tem que serem eliminadas