Bom Jesus, no interior do Rio Grande do Norte, entrou para o noticiário não por conquistas ou progresso, mas pela barbárie. No fim de dezembro, as jovens Lidemila Alinny Fernandes de Souza e Ana Beatriz Fernandes de Freitas desapareceram. Dias depois, o que era angústia virou horror: as duas teriam sido sequestradas e executadas a tiros.
As irmãs saíram de casa por volta das 18h, sem avisar para onde iam. Nunca mais voltaram. Nenhuma ligação. Nenhuma mensagem. Apenas o vazio que se instalou na casa da família e a mobilização desesperada de parentes e amigos, que passaram a fazer buscas por conta própria.
Enquanto a cidade se agarrava à esperança, a realidade veio em forma de crueldade digital. Um vídeo da execução, atribuído a uma facção criminosa com atuação na região, começou a circular em grupos de mensagens e redes sociais. Imagens brutais: as jovens foram mortas a tiros.
A divulgação do vídeo provocou comoção e revolta entre moradores de Bom Jesus, que acompanharam o caso desde o desaparecimento. Familiares, que ainda mantinham esperança de encontrá-las com vida, foram abalados com as informações.
O caso é tratado como duplo homicídio e está sob investigação. As autoridades trabalham para identificar os autores, apurar as circunstâncias do sequestro e esclarecer a motivação do crime, que pode estar ligada à atuação de grupos criminosos na região.






se tivesse namorado comigo inves de namorar com bandido tava viva , minha ex ta viva e bem na casa dela pra provar que sou normal
Mas essas aí gostam de vagabundos, que tira dos outros pra dar pra elas, e quando elas fazem alguma coisa de errado eles matam, lei do retorno, não gostam de trabalhador.