A fronteira deixou de ser linha no mapa e virou palco de guerra. No dia 8 de dezembro de 2025, comandos armados do Cartel de Sinaloa atravessaram a divisa e passaram a operar dentro da Guatemala, promovendo uma série de execuções nos departamentos de Huehuetenango e San Marcos, regiões estratégicas para o tráfico internacional.
Segundo confirmação das autoridades guatemaltecas, pelo menos três pessoas foram assassinadas durante a incursão criminosa. Entre os mortos estaria um suposto líder de uma organização rival, eliminado de forma direta e simbólica — um recado claro para quem disputa território.
Como já virou marca registrada do narcotráfico mexicano, os criminosos deixaram faixas com mensagens ameaçadoras nos locais das execuções. Os textos, destinados a grupos inimigos, servem para afirmar domínio, espalhar medo e avisar que a região agora tem novo dono.
Até o momento, nenhum suspeito foi preso. As forças de segurança limitaram-se a confirmar as mortes e recolher as faixas — símbolos de uma guerra que avança enquanto a resposta oficial segue lenta.




