Anderson Rosa, 51 anos, morador de Ponta Grossa (PR), foi morto a facadas enquanto comia tranquilamente em um restaurante de Trindade, no sertão de Pernambuco — um daqueles lugares onde a comida é simples, a conversa é pouca e a violência, aparentemente, nem precisa de motivo para acontecer.
O agressor — um homem já visivelmente tomado pelo álcool desde a manhã — circulava pelo restaurante como se estivesse à procura de um alvo para despejar seu mau humor. Testemunhas dizem que ele incomodava funcionários, clientes e qualquer ser vivo que tivesse a infelicidade de cruzar seu caminho. “Parecia que ele estava procurando briga com alguém”, relatou uma testemunha, como se a tragédia fosse apenas questão de minutos.
Anderson, acompanhado de um amigo, apenas comentou com um funcionário sobre o comportamento do sujeito. Nada de discussão, nada de confronto, nada que justificasse o que viria a seguir. Mas procurar lógica em atos irracionais tem sido esporte inútil no Brasil profundo.
Minutos depois de sair do restaurante, o homem voltou — agora armado com uma faca. E sem trocar uma palavra, atacou Anderson com golpes fatais. A brutalidade foi tão rápida quanto covarde.
O agressor fugiu logo após o ataque e, como é quase tradição em casos assim, segue desaparecido. A polícia investiga, mas por enquanto o vazio de respostas é maior que o sertão ao redor.
O corpo de Anderson será trasladado para Ponta Grossa. A empresa onde trabalhava informou que assumirá todos os custos, gesto de solidariedade que tenta, sem sucesso, suavizar o peso de uma morte tão absurda quanto evitável.
No fim das contas, mais uma vida interrompida por um estranho em surto, mais um caso arquivado na pilha crescente de violência sem sentido — aquela que o país já parece tratar como parte da paisagem.





Repara na caixa de som no vídeo.
Provavelmente essas músicas lazarentas que escutam fez o crime ser o crime. Ninguém merece.
kkkk
Psicho