A diretora da Escola Internacional Saraswati Paradise, Manisha Mittal, foi morta a tiros no dia 13 de junho, logo após deixar o portão da instituição de ensino, na cidade de Shimla, na Índia. Segundo as investigações, dois homens se aproximaram da vítima e efetuaram vários disparos à queima-roupa, atingindo principalmente a cabeça, diante de testemunhas que estavam no local.
Em menos de 39 horas, a polícia prendeu os suspeitos do crime, identificados como Ashish Ahlawat e Deepak, além de apreender as duas armas usadas no assassinato. No entanto, passados 11 dias do homicídio, as autoridades ainda não conseguiram identificar quem encomendou o ataque.
Durante os interrogatórios, os suspeitos afirmaram que adquiriram as pistolas há cerca de cinco anos, mas se recusaram a informar de quem as compraram. A investigação já ouviu mais de 30 pessoas, entre familiares, amigos e conhecidos da vítima, e trabalha com diferentes linhas de apuração, incluindo a possibilidade de um assassinato por encomenda, conflitos antigos e disputas relacionadas a propriedades.






