No Rio Grande do Norte ferido pela ausência do Estado, o chamado Sindicato do Crime decidiu mais uma vez ocupar o espaço da lei com pólvora e medo. Em um relatório macabro espalhado pelas redes sociais, a facção afirmou ter executado um homem identificado como Jonas, morador da comunidade Village de Prata.
Segundo o documento, Jonas teria sido acusado de aliciar uma criança de 11 anos. As denúncias descrevem convites para relações sexuais e o envio de imagens íntimas — sinais de uma perversidade que revolta e repugna.
O grupo criminoso sustenta que investigou o caso, reuniu provas e, após um suposto diálogo, obteve a confissão do acusado. Em seguida, fez o que organizações desse tipo conhecem bem: trocar qualquer noção de justiça por violência sumária.
O relatório, que circula em redes sociais, foi divulgado como um “exemplo” pelo grupo. As autoridades do Rio Grande do Norte não se pronunciaram oficialmente sobre o caso até o momento.





