Em São João de Meriti, na Baixada Fluminense — onde a inadimplência parece ter consequências mais radicais do que juros — o dono de um prédio foi encontrado esquartejado às margens da linha do trem, em frente ao Terminal 110, no centro da cidade.
Conhecido como “Coroa”, o proprietário teve a ousadia de fazer o que qualquer locador faz: cobrar três meses de aluguel atrasado. Foi cobrar e não voltou. A conversa com o inquilino, ao que tudo indica, saiu do campo da negociação e entrou direto para o Código Penal. O resultado foi um homicídio brutal, com direito a desmembramento e descarte do corpo no já conhecido “buraco da linha”.
Durante a operação policial, o principal suspeito — apontado como o inquilino devedor — resolveu transformar a abordagem em confronto. Armado, reagiu e acabou baleado nas pernas por agentes do 21º BPM. Sobreviveu para contar sua versão à polícia.
O caso é investigado como homicídio qualificado com ocultação de cadáver, porque aparentemente matar não era suficiente — era preciso também tentar apagar os rastros. A perícia trabalha, o IML examina, e a cidade segue sua rotina de normalizar o absurdo.







seu barriga se deu mal dessa vez, mas infelizmente a ganância as vezes faz a gente cair em laços, enquanto ao cara que matou deveria ser esquartejado ainda vivo pra pagar o que fez, por isso que só quero apenas uma casa para não precisar alugar, porque se o dono não tiver sorte pode alugar para um desgraçado desse, ainda mais aqui no brasil que já tem a cultura de passar pano pra assassino e caloteiro, nem parece que o brasil é 80 por cento cristão. talvez só 1 por cento e olhe lá.