Menina de 13 anos é morta a tiros pela irmã na República Dominicana

SAN FRANCISCO DE MACORÍS, REPÚBLICA DOMINICANA — As investigações continuam em ritmo oficialmente “ativo” sobre o caso ocorrido na noite de quarta-feira 28 de janeiro de 2026,no setor de Taína, em San Francisco de Macorís, província de Duarte, na República Dominicana, onde uma menina de 13 anos morreu baleada em um episódio que as autoridades ainda insistem em chamar de “incidente familiar”.

Enquanto respostas concretas seguem escassas, o que não falta agora são imagens. Novos materiais audiovisuais começaram a circular nas últimas horas, ampliando o já perturbador acervo de vídeos do caso. Além do momento dos disparos, as novas gravações mostram a sequência imediata: a adolescente ferida e caída no chão. Todo esse conteúdo, segundo fontes da investigação, integra agora a chamada “análise técnica” — aquela que chega sempre depois que a vítima já não pode falar.

A menina foi identificada como Aneisy Ceballos de Jesús, de 13 anos. Ela foi levada em estado crítico ao Hospital Regional San Vicente de Paúl, atingida por múltiplos disparos de arma de fogo. Apesar dos esforços médicos, morreu enquanto recebia atendimento, confirmando o óbvio: os ferimentos eram fatais desde o momento em que os tiros foram disparados.

A principal suspeita é a própria irmã, Akeisy Valerio de Jesús, que, segundo informações preliminares, deixou o local imediatamente após o ocorrido, levando consigo a arma usada no crime. Desde então, permanece foragida, o que levou à ativação de protocolos de busca e alertas — procedimentos que, mais uma vez, entram em ação apenas depois da tragédia consumada.

Relatórios iniciais sugerem que o caso pode estar ligado a um conflito familiar, expressão ampla o suficiente para explicar tudo e nada ao mesmo tempo. As autoridades afirmam agir com cautela para evitar “conclusões precipitadas”, enquanto uma adolescente morta já virou estatística definitiva na República Dominicana.

Agentes da Polícia Nacional, do Departamento de Investigações Criminais (DICRIM) e representantes do Ministério Público estiveram no local para realizar perícia e recolher provas. O corpo de Aneisy permanece no necrotério do Hospital Regional de San Vicente de Paúl, aguardando a autópsia exigida por lei.

Um alerta oficial foi emitido para localizar e prender a suspeita, classificada como prioridade. A população, como de costume, é chamada a colaborar com informações, enquanto o Estado corre atrás de alguém que teve tempo suficiente para fugir.

Os novos vídeos que circulam nas redes sociais serão analisados junto a depoimentos, laudos técnicos e registros médicos, numa tentativa de reconstruir a cronologia completa: o antes, o durante e o depois. Resta saber se, ao final, essa reconstrução servirá para algo além de preencher relatórios.

O caso segue sob investigação, com atenção especial às provas audiovisuais e testemunhais, para determinar o que aconteceu, por que aconteceu — e por que, na República Dominicana, histórias como essa continuam se repetindo antes que qualquer prevenção real entre em cena.


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MAJOR

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