Na manhã desta quinta-feira, 22 de janeiro no bairro Olaya Herrera, em Caldas (Antioquia), um homem foi assassinado a tiros dentro do próprio local de trabalho.
Por volta das 10h30, um sujeito usando capa de chuva listrada e capacete de motocicleta entrou no açougue como quem só queria uma informação banal. Celular na mão, fez o teatrinho clássico de “estou perdido”, ganhou alguns segundos de confiança e, sem grandes surpresas, sacou um revólver e disparou várias vezes contra um dos açougueiros. Nada de hesitação — apenas mais um homicídio em plena luz do dia.
O plano, no entanto, não terminou exatamente como esperado. Um segundo açougueiro, que estava do lado de fora, decidiu que não assistiria passivamente ao espetáculo e atacou o pistoleiro pelas costas. Mesmo assim, o agressor ainda conseguiu disparar mais alguns tiros, espalhando pânico, gritos e correria entre os presentes.
Com a ajuda de moradores, o atirador foi finalmente dominado e mantido imobilizado até a chegada da polícia — chegada essa que precisou ser rápida, já que a paciência da comunidade havia acabado há dias. Em outro vídeo que circula, o suspeito aparece sem capacete, com o rosto ensanguentado, resultado direto da fúria popular. Não por acaso: segundo relatos, no mesmo açougue, outro trabalhador já havia sido morto dias antes.
A Polícia Metropolitana do Vale do Aburrá recolheu o homem em meio a xingamentos e tentativas de linchamento. No relatório oficial, descreveu com frieza protocolar que a comunidade entregou “um indivíduo que havia atirado contra um cidadão” e também uma pistola calibre 9 mm, com carregador e 26 cartuchos — munição suficiente para deixar claro que não se tratava de um impulso momentâneo.
O detido, de 28 anos, sofreu traumatismo cranioencefálico e facial após ser contido “por objeto contundente” — leia-se: pela população cansada — e foi levado ao Hospital San Vicente de Paul, onde recebeu atendimento médico.
Já a vítima não teve a mesma sorte. José Ferney Puerta Moncada, de 42 anos, morreu no local. As motivações do crime seguem “sob investigação”, expressão padrão que, infelizmente, costuma chegar bem depois do próximo episódio.







MDS É CADA COISA QUE ACONTECE VIU
eli ta mei puto, “doido” pra sair da cadeia e voltar nesse lugar pra se vingá de quem deu porrada neli, de quem agarrou eli pra cana, pra trás das grades. tinham que te falado pra eli ou não ter deixado eli fica olhando pro zoutros em volta não.
Álí elítá marcando a cara de todo mundo.
👌🏼😬🫘💩pUm