A manhã de quinta-feira (23) começou coberta por fumaça, sirenes na BR-116, altura do povoado Coité, em Tucano, Bahia. O asfalto quente virou cenário de uma tragédia que interrompeu vidas e deixou um rastro de ferro retorcido e poeira no ar.
Um ônibus usado para transportar moradores da zona rural — conhecido popularmente como o “ônibus do Domingo do Pé de Serra” — colidiu violentamente com uma carreta. O impacto foi tão forte que o veículo maior saiu da pista, parando em um terreno às margens da rodovia.
Segundo informações iniciais, duas pessoas morreram no local, entre elas o próprio Domingos de Pé de Serra, homem conhecido na região por conduzir o ônibus que ligava o campo à cidade. O apelido virou sinônimo de rotina, agora manchado pela fatalidade.
Imagens que circulam mostram um cenário brutal: corpos estendidos no chão, ferragens expostas e o cheiro metálico do combustível misturado ao pó da estrada. Outras duas pessoas aparecem feridas, aguardando socorro entre os destroços.
Equipes de resgate e autoridades de trânsito atuam no local, tentando reconstituir os minutos que antecederam o choque. O motorista da carreta ainda não foi identificado.
A BR-116, uma das artérias mais movimentadas do país, voltou a cobrar seu pedágio mais caro: o da imprudência e da pressa.










Foi na minha cidade queu passei de bicicreta