Uma mulher de 40 anos foi assassinada pelo ex-companheiro na tarde de segunda-feira (25), em um estacionamento no centro de Coronel Fabriciano, no Vale do Aço, Minas Gerais.
A vítima, identificada como Renata Cristina Carneiro, tinha medida protetiva contra o agressor, mas acabou sendo rastreada e atacada. O homem, tomado por ciúmes e suspeitas de que ela estaria se relacionando com outro, a matou utilizando um pedaço de espelho quebrado.
De acordo com a Polícia Militar, o crime foi flagrado por populares que estavam no local e chegaram a gravar a cena. Nas imagens, o autor aparece com as mãos cobertas de sangue, caminhando logo após o ataque.
Renata foi surpreendida durante uma conversa forçada com o ex, que a atraiu até o estacionamento. Testemunhas relataram que, após discutir, o agressor aplicou um mata-leão e a asfixiou com as próprias mãos até que ela perdesse a consciência. Quando ela caiu ao chão, o homem pegou um estilhaço de espelho e passou a cortar violentamente o pescoço da vítima, deixando-a entre dois carros, já sem vida.
O pânico se espalhou no centro da cidade. Uma testemunha correu até uma viatura da PM que fazia patrulhamento na região e denunciou o ataque. Quando os militares chegaram, Renata já estava morta.
Com ajuda da população, a polícia conseguiu rastrear o agressor, que fugia em alta velocidade pelas ruas. Surpreendido pela guarnição, foi contido e preso. Na delegacia, confessou o crime e disse que havia encontrado mensagens no celular da vítima que o “enfureceu”.
O Tenente Vinícius Marques relatou que Renata já vinha sendo acompanhada pela equipe de prevenção da PM, justamente por conta das ameaças sofridas. No entanto, mesmo com medidas protetivas e rondas preventivas, ela não resistiu à violência do ex-companheiro.
Renata havia denunciado o agressor em outras ocasiões e chegou a acionar a polícia horas antes de ser morta, quando ele tentou contato enquanto ela trabalhava.
O caso agora será investigado pela Polícia Civil, que deve enquadrar o autor por feminicídio qualificado.










Verme
Medida protetiva e uma lingua q nenhum país ainda decifrou,pois a palavra Medida protetiva e o mesmo q dizer:
Vai la e mata ela.
Pq e uma coisa q existe,q lindo q belas palavras,mas nao funciona.
E tambem vamos agora falar da mulher:
Minha amiga tu encontrou isso aonde?
Rico ele nao é,entao foi macumba q ele fez ou ela q queria se matar mas nao tinha coragem entao pensou:
Talves esse xerox do cao realize meu sonho.