O corpo de Sara Lima Ferreira, uma jovem de São João do Paraíso, foi encontrado próximo ao riacho Cacauzinho, na beira de um lixão no bairro Vila Fiquene, em Imperatriz (MA).
Segundo a perícia, Sara foi executada com três disparos de pistola calibre .380 na cabeça, sendo um deles na região frontal — tiro clássico de execução. As marcas no corpo apontam que ela teria sido obrigada a se ajoelhar antes de morrer, em um ritual de humilhação e crueldade que escancara a frieza dos assassinos.
Sem testemunhas, sem suspeitos e sem explicação, o crime entra para a lista de execuções que se acumulam em Imperatriz, onde cada lixão, cada beira de estrada e cada riacho parecem se tornar cenário improvisado para o tribunal do crime.
A Polícia Civil investiga o caso, mas, até o momento, a autoria e a motivação permanecem desconhecidas. Enquanto isso, moradores da região convivem com a sensação de que a vida vale pouco e que, no submundo da violência, ser reduzido a estatística é questão de tempo e azar.








Traficantes raça imunda!
Imagina o pai dela vendo uma cena desta