Em Breu Branco, sudeste do Pará, a quarta-feira (13) amanheceu com mais um capítulo daquilo que muitos chamam de “jurisprudência do facão”. O homem identificado como Jardenilson de Souza Araújo, 40 anos, foi encontrado morto por volta das 11h45, às margens da Avenida das Crioulas, próximo a uma lagoa. O corpo trazia diversas perfurações, possivelmente feitas por arma branca, em um cenário que dispensou qualquer sutileza.
Desaparecido desde a noite anterior, quando teria sido visto por volta das 21h, Jardenilson encerrou sua trajetória em silêncio — um silêncio que, curiosamente, as vítimas que ele acumulava jamais tiveram o privilégio de conhecer.
Jardenilson não era exatamente um nome ilibado nos arquivos policiais. Em 2015, ele foi acusado de homicídio contra o jovem A. S. G., conhecido como N., crime que já havia marcado sua ficha com tinta vermelha. Como se não bastasse, também respondia a um processo por estupro de vulnerável, cometido contra um adolescente de apenas 13 anos. Segundo a denúncia, os abusos aconteceram quando a vítima ainda tinha entre 10 e 11 anos.
A acusação formalizada em 2016 transformou o homem em alvo de revolta e indignação na comunidade. Uma revolta que, ao que tudo indica, não prescreveu — apenas aguardou o momento oportuno para executar sua própria sentença.
A Polícia Civil esteve no local, realizou os procedimentos cabíveis e abriu investigação para esclarecer as circunstâncias do crime. Oficialmente, o caso é tratado como homicídio. Extraoficialmente, muitos moradores já classificam o episódio como “capítulo final de um livro que ele mesmo escreveu”.
No Brasil, processos como os de Jardenilson costumam arrastar-se por anos em corredores de tribunais. Mas desta vez, o facão foi mais rápido que a toga.









A melhor hora é a da refeição não tem oque discutir, ainda mais quando prato principal é Jack mal passado, aí que todo mundo caí MATANDO ! 🔥😋☠️
Deixa os urubu se alimentar
Parabéns aos Autores, eliminaram mais um Jack 👏🏻